Em 2006 eu descobri as maravilhas das fanfics, pra quem não sabe o que é fanfics, são histórias de fãs, existem várias, sobre diversos assuntos, temas, histórias e até de artistas.
Sim, histórias de fãs, afinal de contas, não tem maneira mais legal de sonhar do que com histórias sobre nossos ídolos ou personagens preferidos, e foi isso que pensaram quando inventaram as fanfics, ou mais conhecidas como Fics.



*Capitulo Um: Olhares trocados*

                                     Mas eu começo a ficar insana Toda vez que você olha para mim”


                                                                                                                             


 ― Sai logo desse banheiro!


Era o que duas mães diziam naquele momento, quase se dava pra ouvir o berro das duas, uma casa na rua de cima, outra exatamente atrás da mesma na rua de baixo.


Duas portas de banheiro se abriram. E mais duas portas se bateram.




   *Capitulo Dois: Tem dias que a noite é foda*

                                 Hoje é tudo ou nada, Vou com as amigas para balada e me perder na madrugada”
                                                                                                                               


Os dias tinham passado tranquilamente, depois do vexame, segundo Lilian, de ter se estatelado no corredor do colégio. O que, naquela altura do campeonato, muitos já haviam esquecido, ou já havia deixado de ser engraçado, e nem comentavam mais, o que Lilian


*Capitulo Três: Fim do começo*


                       “Era paralisante aquela sensação de que um buraco imenso tinha sido cavado em meu peito”


― E ai Remo!

Ele sabia que estava com os olhos fechados, o rosto muito próximo do rosto dela, podia sentir o calor e doce cheiro do hálito da garota tão próximos dos seus lábios que até podia sentir o gosto dos lábios dela, ele sabia que mais um segundo, um segundo e ele a estaria beijando, ansiava por aquilo, um segundo a mais, antes que aquele...




           *Capitulo Quatro: Você nunca vai mudar”

                                   “Você não é nem metade do homem que você acredita ser.”                                                                                                                                   


                                                     ♪)  
What kind of man that you are?

                                                          Que tipo de homem você é


*Capitulo Cinco: Estranhas Reações*

                                           “Os sentimentos verdadeiros manifestam-se mais por atos do que por palavras.”





 O vale do Anhangabaú estava completamente lotado, quase não se podia ver muita coisa de São Paulo alem do topo dos prédios, pois as várias cabeças espalhadas pela imensa praça central cobriam a visão de tudo.


    *Capitulo Seis: As lágrimas e o medo*

                                     Ao invés de sorrir tanto, não são os que choram escondidos os que mais gostam?




   Os lábios dele estavam cada vez mais perto dos dela, ela não precisava nem olhá-los para saber disso, podia sentir, na sua própria pele, em seus próprios lábios o calor da respiração dele, o cheiro de hortelã que vinha de seus lábios, aqueles lábios que eram incrivelmente perfeitos, que tinham os contornos dos lábios perfeitamente desenhados.


*Capitulo Sete: A peça* 


“As coisas mais difíceis de ver são as que estão bem debaixo de nossos olhos.”  



Thiago correu em direção à garota, era perigoso uma garota sozinha na rua  àquela hora, agora mais perigoso ainda era uma garota correndo daquele jeito sozinha na rua  àquela hora, poderia chamar mais a atenção ainda, e sem contar que ele estava preocupado com a garota e não queria assustá-la mais ainda. 




*Capitulo Oito: Enfim sossego... Ou não?*


                        “Não queira entender as minhas atitudes. Não queira entender meus pensamentos. Nem eu mesmo me entendo.”

 


― Um brinde a melhor peça que essa escola já viu!
― E aos melhores atores também!
Sirius passou a mão pelos cabelos exibindo aquele sorriso que fez meninas sentadas algumas mesas por perto suspirarem esperançosas.
― E ao melhor cantor!
Thiago imitou o amigo, e as meninas riram.
― Garçom, traz mais uma rodada!




*Capitulo Nove: Um dia perfeito*


“São as pequenas coisas que valem mais. É tão bom estarmos juntos. Tão simples: um dia perfeito.”

 

― Afinal de contas, onde é que estamos indo?
O dia já tinha amanhecido fazia algumas horas, o sol já brilhava intensamente no céu de um azul excepcionalmente lindo, enquanto um carro preto parava a beira da estrada.
As portas do carro se abriram e uma paisagem linda surgiu à frente deles.
― Uau!




                                               *Capitulo Dez: O ataque*


                                   “Cuide de quem corre do seu lado e quem te quer bem, essa é a coisa mais pura.”


 
Thiago estava praticamente deitado sobre Lilian, tinha uma das mãos apoiadas na areia e a outra agora pousava suavemente sobre a barriga da garota, onde segundos atrás ele fazia cócegas. Agora ele estava ali, seu rosto tão perto do dela que ele podia ver novamente aquelas leves sardas lindas no rostinho suave de Lilian. Os lábios vermelhos dela o fazia sentir um calor por dentro que era totalmente independente da fogueira crepitando próxima a eles, ele desejava mais que tudo beijá-la, desejava febrilmente sentir os lábios dela sobre os seus, tomá-la em seus braços e beijá-la com muito mais desejo do que havia beijado-a há alguns dias atrás.




                                          Capitulo Onze: Abra seus olhos*


                “Abri os olhos, não consigo mais fechar. Assisto em silencio, ate o que eu não quero enxergar.”



Lilian que estava sentada na areia da praia, levantou-se num pulo quando viu Thiago caminhando de volta a floresta.
— Aonde você vai? – Ela indagou desesperada.
— Não posso deixar o Sirius sozinho lá. - Thiago disse com a voz tremula e Lilian sentiu o medo na voz do maroto.




*Capitulo Doze: Devaneios*

“Porque quando estamos juntos o fogo derrete o gelo”




― Estive pensando, porque não fazemos uma campanha?
Eles acabavam de sair da aula de português e seguiam até a próxima aula, que seria de Historia, uma das matérias que os marotos menos gostavam e uma das aulas que eles mais gostavam, afinal, eram nessas aulas que eles conseguiam colocar as “fofocas” em dia.
― Do agasalho? – Perguntou um Sirius totalmente aéreo.




                                   * Capitulo Treze: Bem vindo ao paraíso*


                                   Se eu já não fosse desesperadamente apaixonada por você, eu me apaixonaria agora.”


 
Sirius acordou animado, a semana tinha passado voando e finalmente era sábado, o dia do final do campeonato, só de pensar naquilo ele sentia seu estômago revirar-se de ansiedade e nervosismo.
Ele tomou um banho e desceu pro café da manha, quando chegou à cozinha reparou que não tinha nada de anormal, ninguém parecia saber que aquele era um dia importante pra ele.



                                   *Capitulo Quatorze: Escalando as paredes*


“Você tem a maior paciência do mundo em aumentar a minha loucura.”



Patsy sentia seu coração batendo descompassado dentro do peito, estava vivendo seu mais precioso sonho, o mais impossível, era quase impossível acreditar que aquilo realmente acontecia com ela.
Ela viu Remo se levantar, colocando o violão em cima do banquinho, ainda com a caixinha nas mãos, ele segurou a mão delicada de Patsy e retirando um anel prata de dentro da caixinha ele o deslizou pelo dedo anular de Patsy, que se sentia pisando nas nuvens literalmente.




                                   *Capitulo Quatorze: Escalando as paredes*


“Você tem a maior paciência do mundo em aumentar a minha loucura.”



Patsy sentia seu coração batendo descompassado dentro do peito, estava vivendo seu mais precioso sonho, o mais impossível, era quase impossível acreditar que aquilo realmente acontecia com ela.
Ela viu Remo se levantar, colocando o violão em cima do banquinho, ainda com a caixinha nas mãos, ele segurou a mão delicada de Patsy e retirando um anel prata de dentro da caixinha ele o deslizou pelo dedo anular de Patsy, que se sentia pisando nas nuvens literalmente.